E se um jogador pudesse usar o poder de um beholder em D&D?
Fico pensando nas regiões no cérebro do bicho armazenando toda a magia dele, isso segundo o livro Monstros do Multiverso do D&D 3e.
Talvez parte do poder do monstro possa ser extraÃdo de alguma forma daquela região. Só precisamos pensar em como fazer isso e nas consequências.
Eu particularmente acho que o cérebro não é tóxico, mas pode enlouquecer aos poucos. Por isso, podemos concentrar o poder numa poção de uso único para ver o que acontece.
A habilidade que eu falo é do beholder alterar a realidade enquanto dorme. Por isso, imagina o usuário da poção interferindo numa cidade com o sonho. E isso se não for um grupo inteiro de magos que estiver chapado com a poção.
Agora imagina casas e pertences sendo trocados, olhos aparecendo nas portas, pessoas perdendo a memória, criaturas e dungeons bizarras se formando no meio da cidade. Segundo o Volo's Guide, beholders podem surgir de sonhos.
Por isso, as chances do efeito da poção criarem beholders mais humanoides. Dá para fazer tabelas com a motivação da criatura, a tendência, se ela protegeria o mago ou se seria apenas o retorno do beholder usado na criação da poção com as lembranças do que aconteceu.
Mas o pior, na minha opinião, é que se tornar um tirano da morte, que é uma versão morta-viva de um beholder, pode ser possÃvel ao mago, dependendo da intensidade do sonho. Teria uma forma alternativa de virar um licor, mas eu chamaria de pseudo porque não tem filactéria e é mais fraco.
Caso viesse a se tornar um tirano, perderia o controle do personagem na hora, enlouquecendo no processo. Você deve estar se perguntando por que diabos magos usariam algo assim. Creio que dê para aprender magias únicas observando as memórias do beholder.
Ou talvez o mago queira ser um pseudo-lich e acha que vale a pena o risco. Mas o mais louco é que devoradores de mente se alimentam em contato com o cérebro. O que acha que aconteceria se sugassem o cérebro de uma pessoa doida de poção? Ou pior, imagina o poder da poção no cérebro ancião deles, já que ele se liga mentalmente a todos os illithids próximos.
Sugiro tratar a poção como droga alucinógena, porque isso vai tornar o usuário psicótico e louco a ponto de imaginar coisas absurdas e justifica atingir medos bizarros a ponto de dar vida a um tirano da morte, por exemplo. Sem falar que a consequência tem que ser severa e o uso proibido. Mas aÃ, tu testaria essa ideia? Deixa aqui nos comentários!

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